http://www.youtube.com/watch?v=oGmQ99A6uRY
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The Art VanDamme Quintet - All the things you are - JazzFest Berlin 1988
http://www.youtube.com/watch?v=MNCM_dBeWQk
Art VanDamme - Satin Doll
http://www.youtube.com/watch?v=mWzxtFiivzs
Art VanDamme - apresentação em Chicago 1951
http://www.youtube.com/watch?v=kEeGgcSuhFE
Art Van Damme - Makin' Whoopee!
http://www.youtube.com/watch?v=H_-7WVmKXXM
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Marcel Azzola - Hommage à Django Reinhardt
http://www.youtube.com/watch?v=qpvEKso-I_s
Marcel Azzola e Lina Bossati - Averse
http://www.youtube.com/watch?v=W-sOpH5tTMs
Marcel Azzola et le Quatuor Inédit - Swing Valse
http://www.youtube.com/watch?v=DfPqt9otH0g
Chauffe Marcel
http://www.youtube.com/watch?v=nL79nzqeRHY
Histoire Accordeon
http://www.youtube.com/watch?v=IRvbzJv82Gk
24 de junho de 2012
24 de abril de 2012
Escola de Teatro da Calçada da Cultura e Teatro Tablado
A Calçada da Cultura abre nova frente com a abertura de sua Escola de Teatro. Dirigido por Val Ribeiro, experiente militante que já passou por diversos grupos teatrais da região, o núcleo teatral da Calçada já conta com um trunfo que é o convênio com o Teatro Tablado, do Rio de Janeiro, uma das mais tradicionais e reconhecidas escolas de artes cênicas do Brasil. Dois alunos já passaram por uma pré-seleção e estão tendo aulas no Rio de Janeiro. Aqui, as inscrições já estão abertas e quem estiver interessado é só procurar a sede da Calçada da Cultura, na Estação, para se inscrever. As aulas se darão nas segundas-feiras, das 18:00 às 20:30.
Teatro Tablado
Não se pode contar a história do Tablado sem especial menção à sua fundadora, Maria Clara Machado. Atriz, diretora e professora, Maria Clara Machado escreveu 28 peças infantis e 5 destinadas a adultos. Muitos de seus textos para crianças são considerados obras primas – Pluft, O Fantasminha, O Cavalinho Azul, A Menina e o Vento e A Bruxinha que era Boa, entre outros – e continuam sendo encenados com freqüência no Brasil e no exterior, já tendo sido traduzidos em oito idiomas.
Maria Clara Machado - Parte I
Para se ter uma idéia da qualidade dos espetáculos apresentados no Tablado nesses últimos 57 anos, a primeira peça a ser encenada em 1951 foi O Moço Bom e Obediente, um Nô japonês, teve sua tradução feita por Cecília Meirelles. Foi esse o nível de tradutores: Arthur Azevedo, João Cabral de Mello Neto, Ferreira Gullar, e até Carlos Drummond de Andrade e sua filha Maria Julieta, entre outros. As trilhas sonoras sempre foram feitas por profissionais como: o maestro John Neschling, Francis Hime, Paulo Jobim e Carlos Lira. Diretores, não menos talentosos, além da própria Maria Clara Machado, como João Bethencourt, Jacqueline Laurence, Sergio Viotti, Ivan Albuquerque e Luiz Antonio Martinez Corrêa deixaram sua marca no Tablado.
Maria Clara Machado - Parte II
Foram aproximadamente 125 espetáculos, e mais ou menos 6.000 representações nesse tempo. Como teatro amador mantém a característica de formador de talentos para o teatro profissional: Cláudia Abreu, Leonardo Brício, Malu Mader, Miguel Falabella, Bia Nunes, Cláudio Corrêa e Castro, Cacá Mourthé, Jorginho Carvalho, Rubens Corrêa, Germano Filho, Louise Cardoso, Sura Berditchevski, Wolf Maia e mais centenas de famosos passaram pelo Tablado. Os cursos até hoje se mantêm bastante cheios. Há uma grande procura de moças e rapazes de todo o Brasil que sonham em tornarem-se atores. Qualidade é a palavra de ordem do repertório das peças, dos diretores, professores, figurinistas, cenógrafos e toda uma equipe que, com amor e trabalho, marcaram O Tablado como centro de formador de talento e cultura da cidade do Rio de Janeiro.
Texto original do site oficial do Teatro Tablado, AQUI
"O Castigo do Santo", de Aldo Leite.
Com Ronny Dias e Jéssica Bittencourt em
Mostra de Esquetes - Teatro Tablado, Prof. Lionel Fischer
Saiba Mais Sobre o Teatro Tablado, AQUI
23 de abril de 2012
Poesia: Águas de Março
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.
Antonio Carlos Jobim
Conselheiro Brás Mandou Ver: Lira Santa Cecília - 65 Anos de História
Nessa edição trazemos uma produção realizada pelo Núcleo de Audiovisual da Calçada da Cultura. Trata-se de um documentário sobre uma das mais longevos patrimônios culturais de São José do Vale do Rio Preto, a Sociedade Musical Lira de Santa Cecília. Fundada há 65 anos, a Lira, como é carinhosamente chamada, vem desde então na luta pela preservação da tradição das bandas de música no município, formando músicos e se apresentando nas festas religiosas e datas cívicas, além de levar o nome de São José nas apresentações que faz fora da cidade. O documentário foi gravado e editado por Douglas Teixeira de Abreu, Claudio Carvalho e Marcos A. Cruz Silva e é dedicado ao músico José da Costa Carvalho, um dos mais antigos pilares da Lira e que morreu um pouco antes da finalização do projeto.
Lira Santa Cecília - 65 Anos de História
Aproveitando a deixa do trabalho sobre a Lira Santa Cecília, o CineClube Humberto Mauro realizará o ciclo "Aruanda: Mostra de Cinema Documentário", que se dará entre os dias 25 de abril e 19 de maio. O nome Aruanda é uma homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, recém falecido, e que dirigiu o filme de mesmo nome, considerado um dos grandes clássicos de nosso cinema e um dos primeiros trabalhos do Cinema Novo. Aruanda será exibido no programa Clássicos e Modernos, junto com outros importantes curtas e o restante da mostra contará com a seguinte programação:
25/04 - Programa Clássicos e Modernos
28/04 - Edifício Master
02/05 - Pacific
05/05 - Conterrâneos Velhos de Guerra
09/05 - Quebradeiras
15/05 - Brasil Verdade
16/05 - À Margem do Lixo
19/05 - Serras da Desordem
As sessões se dão nas quartas às 19h:30min e nos sábados às 19h:00 e são de entrada franca. O CineClube Humberto Mauro se localiza em frente à quadra poliesportiva da Estação, em São José do Vale do Rio Preto. Siga a programação, AQUI
++ Música: Bande de Coreto ou de Retreta
Primeiramente, é preciso lembrar que até início dos anos oitenta "banda", na área da música, segundo o Dicionário de Música (Zahar Editores – 1985), tradução da primeira edição inglesa de 1982, era: "Conjunto de instrumentos de sopro e percussão associado originalmente à música militar". No Brasil, assim como nos EUA, entretanto, impõe-se a distinção entre as bandas civis e militares. A diferença, no caso, é basicamente institucional. As bandas militares, de formação variada atendem às necessidades da caserna. Já as bandas civis se transformaram em instituição de importância ímpar na vida musical, social e cultural do interior brasileiro. Têm, em geral, registro em cartório, sede própria, diretoria, estatutos, escolinha de instrumentistas, arquivo de grande valor musicológico, perpetuando gêneros abandonados pela música comercial. Resumidamente era essa também a definição fornecida pelos principais dicionários lingüísticos. Entretanto, do início dos anos oitenta para cá, banda passou a ser qualquer conjunto musical, e a banda de antes deixou de ser considerada em alguns dicionários. Conquanto seja a escola de música mais presente no interior do Brasil, a banda não conta a proteção que merece do poder público, e teve que, a partir de então, usar a extensão "de música" para se diferenciar dos demais grupos e conjuntos musicais.
Texto Original, AQUI
Uma banda de música compõe-se prioritariamente de instrumentos de metais, de palhetas e de percussão em sua formação mais tradicional. No repertório tradicional de bandas, seja de composições originais ou de arranjos, os instrumentos tendem exercer uma mesma função e de maneira bastante estratificada. Desse modo, instrumentos como a flauta, a clarineta, o sax alto e os trompetes geralmente fazem as melodias. Os trompetes também são reservados para momentos de maior brilho como nos fortes ou nos tutti. O trombone pode tanto reforçar a melodia quanto fazer contracantos junto com o sax tenor, o que pode também ser realizado pelo bombardino. Já a tuba limita-se à marcação dos tempos, especialmente os tempos fortes, e seu caráter percussivo ocasionalmente incorpora simples passagens escalares ou arpejadas que acontecem, na maioria das vezes, entre os graus da tônica e da dominante. O naipe de percussão, ou bateria como é chamado nas bandas de retreta, compõe-se de bombo, surdo, caixa e pratos, sendo que cada um destes desempenha as funções específicas de marcação, repique e brilho nos clímax, respectivamente. O conjunto da bateria, no repertório de banda brasileiro, quase nunca tem suas partes cavadas. Geralmente, os compositores anotam somente “bateria” nas grades e os músicos tocam de ouvido.
Texto Original, AQUI
Lira Santa Cecília - Aquarela do Brasil (Ary Barroso)
Banda do 23º Batalhão de Infantaria de Blumenau - Canta Brasil
(Alcyr Pires Vermelho/David Nasser)
Lira Santa Cecília - Samba do Avião (Tom Jobim)
Bandinha Popular - Rio Antigo (Altamiro Carrilho)
Saiba Mais Sobre Bandas de Retreta ou de Coreto, AQUI, AQUI e AQUI
Ouça o programa da Rádio MEC, O Som das Bandas - Balançando o Coreto, AQUI
+ Música: Banda de Coreto ou de Retreta - Dobrados
A banda de música conta com um repertório muito eclético: valsas, polcas, choros, tangos, maxixes, sambas e marchas entre outros gêneros. No entanto, o gênero preferido e mais profundamente identificado com o som das bandas é, sem dúvida, o dobrado. Nos arquivos das bandas, os dobrados predominam, o que, segundo Regis Duprat, justifica-se por ser o dobrado um gênero criado especificamente para ser tocado por esse grupo instrumental. A origem do dobrado remonta às músicas militares européias: pasodoble ou marcha redobrada para os espanhóis; pas-redoublé para os franceses ou passo doppio para os italianos. Pasodoble é uma referência ao passo acelerado da infantaria. O dobrado geralmente aparece em andamento rápido e em compasso binário 2/4 ou, menos freqüentemente, 6/8.
Texto Original, AQUI
O gênero dobrado teve sua origem no passo dobrado das marchas militares européias. Sendo executada em toda a vastidão do território nacional, a marcha, ou seja, o “passo dobrado” europeu, no transcorrer do século, ficou completamente exposto às influências dos vários outros gêneros musicais, que, por sua vez, já haviam sido inoculados pelas diversidades musical, étnica e cultural das crescentes populações urbanas. Resultou, daí, a gradativa consolidação de uma marcha brasileira, que, sob a denominação genérica de dobrado, foi adquirindo e sedimentando características muito peculiares. E, na medida em que foi se distanciando dos modelos herdados do passo dobrado e das marchas européias, o dobrado foi se consolidando como a marcha nacional brasileira por excelência, de tal sorte que, a partir do último quartel dos anos 1800, o nosso dobrado já possuía características melódicas, harmônicas, formais e contrapontísticas que o distinguiam de outros gêneros musicais, permitindo assim a sua inclusão no rol dos gêneros musicais genuinamente brasileiros.
Texto de José Roberto Franco da Rocha, AQUI
Lira Santa Cecília -
Banda São Sebastião - Dobrado Janjão (Joaquim Naegele)
Lira Santa Cecília -
Banda Militar da Base Áerea de Brasília - Comandante Batista de Melo (Matias de Almeida)
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Ouça o programa da Rádio MEC, O Som das Bandas - Balançando o Coreto, AQUI
Música: Banda de Coreto ou de Retreta
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| Banda Lira Santa Cecília participa de desfile de 7 de Setembro em São José do Vale do Rio Preto - anos 60 |
A banda de retreta brasileira surgiu no século XIX com a vinda de D. João VI para o Brasil. Antes disso, haviam os chamados ternos (grupos de madeiras, metais e percussão) e as bandas de barbeiros, que eram bandas formadas por ex-escravos que tocavam de ouvido. Com a decadência da economia de exploração do ouro, as bandas herdam o serviço musical religioso que antes era executado pelas orquestras. Assim, as bandas proliferaram e tornou-se comum, cada vila ter ou buscar a formação destes grupos musicais. A banda de música continua sendo uma importante fonte de música para a comunidade, servindo como importante veículo de cultura, entretenimento e funções sociais em eventos comemorativos e significativos, como festas cívicas e religiosas, saudações a autoridades ou pessoas ilustres e abertura de jogos esportivos. Nas cidades do interior, onde não existem conservatórios ou escolas de música, as bandas funcionam como centros formadores de músicos, sendo ainda responsáveis pela formação da maioria dos músicos das Bandas Militares e Orquestras Sinfônicas do país. É também importante meio de estímulo de composição e veiculação de obras de autores locais. Muitas dessas obras são dedicadas a pessoas da comunidade, parentes e amigos, ou relacionadas a eventos ou fatos importantes, contribuindo assim na preservação e reconstrução da história das comunidades.
Texto Original, AQUI
Lira Santa Cecília - Dobrado Wagner Borsato (Manoel Soares)
Banda São Sebastião - Corta-Jaca (Chiquinha Gonzaga)
Lira Santa Cecília -
Bandinha Popular - Flor do Abacate (Álvaro Sandim)
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8 de abril de 2012
6 de abril de 2012
+ Di Branco
Jaquesson Carlos Uchoa Castelo Branco, mais conhecido como Di Branco - natural de Belém do Pará, chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1956. Pintor autodidata, foi várias vezes agraciado com prêmios em diversas exposições, concursos e gincanas. Conquistou o primeiro em 1968, no Salão Júlio Roller de Petrópolis. No Salão Nacional de Belas Artes ( MEC ) recebeu medalha de bronze, e medalha de ouro em Volta Redonda e Maricá. Além disso, já recebeu de aquisição do Salão do Clube Militar e realizou exposições individuais no Canecas Decoração, Rio de Janeiro, Na Galeria do Barravento, em Ilhéus, e no Clube Sírio e Libanês, entre diversos outros lugares do Brasil e Exterior. Atualmente Di Branco vive em Maricá, onde tem seu Atelier como refúgio e local de inspiração. O mesmo funciona com exposição aberta ao público diariamente. Um artista completo, que além de suas pinturas e criações diversas, Possuidor de uma criatividade única, um pesquisador (como gosta de dizer) transforma tudo que vê em arte! Além das Artes Plásticas, Di Branco também se dedica a música, tendo mais de 100 composições, possui um CD Independete gravado e algumas músicas gravadas por cantores profissionais.
Texto original, AQUI
Artes Plásticas: Di Branco
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Um dos trabalhos pelos quais ele ficou mais conhecido foi o de produtor e arranjador, sendo um dos profissionais mais requisitados da indústria fonográfica. As faixas abaixo receberam o toque de Eumir Deodato:
Björk - Isobel (Björk/Nellee Hooper/Marius de Vries/Sjón)
Kool & The Gang - Celebration
Aretha Franklin - Let Me In Your Life (Bill Withers)
Frank Sinatra - Triste (Tom Jobim)
Site Oficial de Eumir Deodato, AQUI
Saiba Mais Sobre Eumir Deodato, AQUI, AQUI e AQUI
Björk - Isobel (Björk/Nellee Hooper/Marius de Vries/Sjón)
Kool & The Gang - Celebration
Aretha Franklin - Let Me In Your Life (Bill Withers)
Frank Sinatra - Triste (Tom Jobim)
Site Oficial de Eumir Deodato, AQUI
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+ Eumir Deodato
Além de envenenar com o balanço da música brasileira a peça erudita de Richard Strauss (Assim Falou Zaratrusta), Eumir Deodato passeou por diversos gêneros, sempre deixando seu estilo impresso. Aqui, alguns temas em que Eumir Deodato entorta jazz, reggae, rock e funk:
Eumir Deodato - St. Louis Blues (W. C. Handy) & Super Strut (Eumir Deodato)
Eumir Deodato Trio - Rhapsody in Blue (George Gershwin)
Eumir Deodato Trio - Do It Again (Walter Becker/Donald Fagen)
Eumir Deodato - I Shot The Sherif (Bob Marley)
Eumir Deodato - Funk Yourself (Eumir Deodato)
Site Oficial de Eumir Deodato, AQUI
Saiba Mais Sobre Eumir Deodato, AQUI, AQUI e AQUI
Eumir Deodato - St. Louis Blues (W. C. Handy) & Super Strut (Eumir Deodato)
Eumir Deodato Trio - Rhapsody in Blue (George Gershwin)
Eumir Deodato Trio - Do It Again (Walter Becker/Donald Fagen)
Eumir Deodato - I Shot The Sherif (Bob Marley)
Eumir Deodato - Funk Yourself (Eumir Deodato)
Site Oficial de Eumir Deodato, AQUI
Saiba Mais Sobre Eumir Deodato, AQUI, AQUI e AQUI
VJ Marcelo Pelo Mundo - Eumir Deodato
Dessa vez a seção é um pouco diferente. Ao invés de abordar algum artista ou gênero musical de algum ponto do planeta vamos embarcar um pouco na viagem de um brasileiro que saiu daqui nos anos 60 montado no cavalo da bossa nova e levou nossa música pros quatro cantos do mundo, colocando o tempero tupiniquim em álbuns dos mais diversos gêneros,. do jazz ao rock, do funk à música eletrônica. Eumir Deodato começou a aparecer nos conjuntos de samba-jazz dos anos 60 e logo passou a fazer os arranjos de discos de Wilson Simonal e Marecos Valle. Logo, a convite de Luis Bonfá, mudou-se pros Estados Unidos, e passou a ser conhecido como grande arranjador, de início em discos de artistas brasileiros radicados nos EUA e mais tarde trabalhando com uma gama de artistas que vai de Frank Sinatra à Aretha Franklin, de Kool & the Gang à cantora islandesa Björk.
Gravou também diversos álbuns próprios, sendo que conseguiu um grande sucesso internacional com a versão que fez para "Assim falou Zaratrusta", de Richard Strauss, primeira faixa de seu disco "Prelude", que atingiu a marca de cinco milhões de cópias vendidas. Participou, seja como músico, arranjador ou produtor, de mais de 450 álbuns, tendo ganhado por eles dezesseis discos de platina.
Eumir Deodato - Also Sprach Zarathustra (Richard Strauss)
Victor Biglione - guitarra, Pascoal Meirelles - bateria, Alex Malheiros - baixo
Orquestra Experimental de Repertório
Eumir Deodato - Also Sprach Zarathustra (Richard Strauss)
Victor Biglione - guitarra, Pascoal Meirelles - bateria, Alex Malheiros - baixo
Orquestra Experimental de Repertório
Eumir Deodato Trio - Whistle Bump (Eumir Deodato)
Eumir Deodato Trio - Carly & Carole (Eumir Deodato)
Eumir Deodato Trio - Skyscrapers (Eumir Deodato)
Site Oficial de Eumir Deodato, AQUI
Saiba Mais Sobre Eumir Deodato, AQUI, AQUI e AQUI
Abaixo, um documentário sobre seu disco mais importante, Prelude (1972), que contém a famosa versão de Assim Falou Zaratrustra:
5 de abril de 2012
+ Millôr Fernandes
Com seus mais de 50 anos contínuos de produção, Milton Viola Fernandes, ou simplesmente Millôr Fernandes, tornou-se um ícone do humor brasileiro. Oriundo da geração que se sobressai nos anos 1950 em revistas como O Cruzeiro, o humor gráfico e literário de Millôr testemunha, com uma inteligência sempre afiada, as diversas mudanças culturais e políticas pelas quais passa o Brasil na segunda metade do século XX. Sua intensa verve humorística soube se expressar com maestria em diversos meios, tanto que Millôr é um dos poucos humoristas brasileiros que não se destaca apenas em uma área: ele é chargista, escritor, poeta, teatrólogo, tradutor, roteirista, compositor, editor etc.
Texto original, AQUI
Texto original, AQUI
Site oficial de Millôr Fernandes, AQUI
Millôr Fernandes - Humor
Millôr não inventou a roda, mas mudou-a. Anterior a ele, o humor crítico da sociedade e da política era restrito aos grandes caricaturistas e chargistas, como Ângelo Agostini, Nássara e J. Carlos ou a sátiros como Barão de Itararé, Bastos Tigre e Juó Bananére. Millôr ampliou essa percepção, mostrando uma visão oblíqua do humor, conferindo-lhe um caráter multifacetado e mostrando que não há classificações ou subdivisões possíveis. O humor pode estar no traço, mas está também nas letras, no teatro, na poesia, no soneto, no aforismo, no haicai. Assim, o brilho do humorista Millôr se confundiu com o do dramaturgo, do jornalista, do cronista, do cartunista. E também do linguista. Com aforismos elípticos, jogos de palavras e trocadilhos surrealistas, sua desobediência sintática e semântica o permitiu brincar com as palavras e com as contradições da língua. Sem impor seu estilo como norma, passou por cima das normas do estilo, ignorando regras gramaticais e criando neologismos. Vem daí a sua auto-definição: “um escritor sem estilo“.
Tudo o que foi feito de melhor no humor nos últimos cinquenta anos provavelmente é uma variável (ou resultante) de um conceito que passou pelas suas mãos, com maior ou menor grau de influência. A exemplo do que Machado de Assis é para a nossa literatura ou Heitor Villa Lobos é para a música brasileira, Millôr Fernandes é para o humor brasileiro: um cânone. Um dos maiores gênios de seu tempo, uma referência atemporal. E se, em vida, ele certamente negaria o título por uma questão moral, cabe aos que aqui ficaram reconhecê-lo como tal.
Texto de Diogo Sales, AQUI
Site oficial de Millôr Fernandes, AQUI
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